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FORMAÇÃO EM PEDAGOGIA, PÓS GRADUADA EM PSICOPEDAGOGIA.

Textos para Ensino Religioso

CARÁTER

Você é um jovem de caráter?
Já percebeu como as pessoas de caráter são estimadas, valorizadas e servem de modelo para a nossa conduta?
Noutras ocasiões, talvez, tenha ouvido comentar “Ele é um mau caráter”.
         Pessoas de mau caráter causam muitos problemas para si mesmas e para os outros. Ninguém gosta de conviver com pessoas assim.

         Mas o que vem a ser caráter?
         Caráter é uma marca que distingue uma pessoa de outra, pelo seu modo de ser, de sentir e de agir. Uma pessoa de caráter possui força de vontade, convicções e princípios firmes e se orienta por eles, tanto nas situações comuns como nas difíceis.
         É muito importante que uma pessoa tenha princípios e aja de acordo com eles. Porque aquele que muda de idéias e opiniões, conforme as circunstâncias, na sociedade e com os amigos, demonstram ter um caráter fraco. Parece um barco sem rumo ou uma Maria-vai-com-as-outras.
         Um bom caráter não surge por acaso. É fruto de uma conquista diária, de um      trabalho   contínuo e de uma vontade firme. É obra pessoal de cada um de nós.
         Para a formação de um bom caráter, concorre  uma boa educação familiar, religiosa e escolar. Também têm grande influência as diversões e lazer, a vida ao ar livre, os jogos, as leituras formativas e o convívio com a sociedade.
         A pessoa sem caráter, sem princípios, torna-se vulgar. Já a de caráter escolhe um ideal e luta por ele para se realizar na vida.

Atividades – Responda.


1)        Que é caráter?
2)   Que qualidades possui uma pessoa de caráter?
3)   Como agem as pessoas de caráter fraco?
4)   Um bom caráter surge por acaso?
5)   O que concorre para a formação de um bom caráter?

VIRTUDE – CAMINHO CERTO NA VIDA

         O ser humano, para ser feliz, deve procurar aperfeiçoar-se, realizar-se. Porém, essa realização só é possível, mediante o aprimoramento do caráter e a prática das virtudes.
         VIRTUDE – é um hábito bom, uma disposição permanente da vontade para o bem.
         HÁBITO – São atos repetidos tantas vezes que o se tornam costume.
         Se o hábito for bom, chamamos de virtude, se for mau dizemos que é um vício.
         Há vários tipos de virtudes: religiosas, morais e cívicas.

VIRTUDES:

         FORTALEZA – É uma força interior que nos dá disposição e vontade de sempre agir, corretamente, mesmo diante das dificuldades.
         PRUDÊNCIA – Virtude que nos leva a escolher a melhor solução para cada situação da vida e a controlar os próprios atos para evitar conseqüências desagradáveis.
         TEMPERANÇA – É ser moderado nos próprios atos (comer, beber, praticar esportes) para não prejudicar a saúde.
         JUSTIÇA – É uma virtude que consiste em dar a cada um o que lhe pertence, como:  direitos, objetos,respeito, obediência, amor, compreensão...
         SINCERIDADE – Virtude que nos leva a dizer o que realmente pensamos e sentimos.
         TOLERÂNCIA – Esta virtude nos ensina a conviver bem com as pessoas, apesar de seus defeitos e idéias contrárias às nossas. Ninguém é perfeito, neste mundo.
         CIVISMO – Leva o cidadão a cumprir seus deveres para a pátria, a respeitar as leis e as autoridades constituídas, a ter espírito democrático, a trabalhar pelo bem comum e pelo progresso da nação.
         OBEDIÊNCIA – Virtude que nos leva a receber e cumprir de bom grado, ordens, normas, leis... e a respeitar as autoridades.
         HUMILDADE – É reconhecer os próprios limites.

Para refletir e responder.

1)   O que é preciso para ser feliz?
2)    O que é virtude?
3)   Quais as vantagens das virtudes?

TEXTO: O REI E A FÉ
Certa vez, um rei foi caçar com seu súdito que  tinha muita fé e um imenso amor por seu Deus.
         Este súdito sempre dizia ao rei que seu Deus era maravilhoso e tudo o que ele fazia era correto.
         Durante a caçada, foram surpreendidos por um animal feroz, que atacou o rei. O rei logo gritou ao súdito que pedisse ao seu Deus que o salvasse, apesar de sua incredibilidade. Eis, que a vida do rei foi salva, porém a fera comeu-lhe um dedo. O rei ficou furioso e mandou prendê-lo por trinta dias na masmorra. Novamente o rei foi caçar, perdendo-se na mata e deparou-se com uma tribo de canibais, que o aprisionou para devorá-lo. Ao passar pela apreciação da hierarquia da tribo, perceberam que o rei era imperfeito, pois lhe faltava um dedo. Então, soltaram-no e, ao chegar no palácio, foi logo soltando o súdito que, muito feliz repetiu como sempre: - Meu Deus é maravilhoso e tudo o que ele faz é correto.
- Se o seu Deus é tão maravilhoso e correto, porque ele permitiu que eu o prendesse?
- Meu rei, se eu não estivesse preso, eu estaria com o senhor na caçada e,  como eu tenho o corpo perfeito, quem os canibais devorariam?
Adaptado do Texto O Rei e a fé.
REFLEXÃO   
1)      Quem neste texto vivencia sua fé?
2)    Na sua opinião, em que momento o rei valorizou a fé do seu súdito?
3)   Na sua opinião  pode-se identificar no texto a manifestação do sagrado? Que situação é essa?
4)   O que o rei entendeu como manifestação do sagrado pode ser explicado de outra forma? Qual?
5)   Em que momentos você pensa num ser superior?

MANDAMENTOS CONTRA O USO DO CHICLETE

Objetivo – Propiciar uma reflexão com os alunos, para que evitem, o uso de chicletes em ambientes não inconvenientes, como a escola, igreja,  por exemplo.
1º - Causa mau hálito – entorta dentes (sorte do ortodentista);

2º - Provoca salivação excessiva e, quando falar, seu interlocutor receberá uma chuva de micropartículas de saliva contendo milhões de micróbios que podem transmitir herpes, gripes.

3º - Provoca ulceração nas paredes intestinais, pois o material é extremamente grudento e, ao grudar provoca mil cortes que provoca irritação com o suco gástrico e, com o tempo graves úlceras, além de azia.

4º - Causa cáries, pois contêm alta concentração de adoçantes químicos que corroem a dentina, além de mau-hálito (halitose).

5º - O chiclete é um subproduto de sobras industriais – restos de plásticos, borracha, raspa de couro, óleo de baleia, diluídos em soda e misturados posteriormente, com corantes, acidulantes, estabilizantes, flavonizantes, umectantes e conservantes (alguns corantes com agentes cancerígenos).

6º - Mastigar chiclete é falta de educação, pois se fica com a boca aberta e há uma amostra explícita de língua, boca, palato, além da borrifação salivar microbiana.

7º- Em ambiente sempre úmido e variação de ambiente aumenta a proliferação de micróbios, bactérias, engole-se pó de giz, poeira, fumaça e outros agentes poluidores.

8º - Poluição ambiental – gruda no piso, na roupa, debaixo das cadeiras, das carteiras, no cesto de lixo que se tornam ambientes favoráveis ao desenvolvimento de doenças. E, o pior, se jogado ao chão, na natureza, até os bisnetos (3ª geração), saberão que fomos os poluidores, pois para degradar-se o chiclete demora até 100 anos.

9º - Provoca flacidez muscular (o maxilar superior trabalha muito, interferindo na mastigação, na correta dicção, provoca ranger de dentes e morder a língua, além de alterar a posição correta da arcada dentária).

10º - A flacidez do maxilar inferior dificultará o fechamento da boca, o que acarretará roncar bem mais cedo, além de contraírem doenças respiratórias, mais cedo como o hábito de respirar pela boca. 

MENSAGEM PARA REFLEXÃO:

Objetivo – Fazer com que os alunos, antes de criticar o seu colega na turma, vendo seus defeitos, primeiramente faça uma análise de sua vida e veja primeiro as suas falhas, pois o próprio Jesus nos diz “Tire primeiro a trave quem tem em seu olho, antes de ver o cisco que tem no olho do teu próximo”.
         Um casal recém-casado mudou-se para um bairro muito tranqüilo. Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou em sua vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:
-              Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! Está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade com ela perguntaria se quer que eu a ensine a lavar as roupas!
O marido observou calado. Três dias depois, também durante o café da manhã, a vizinha pendurou lençóis no varal, e novamente a mulher comentou com o marido:
Nossa vizinha continua colocando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar roupas!
E assim, a cada três dias, a mulher repetia  o seu discurso enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.
Passando um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis brancos, sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:
- Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, será que a outra vizinha emprestou sabão?
-              O marido calmamente respondeu:
-              Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei a vidraça da nossa janela!
E assim é. Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos. Antes de criticar os outros, verifique se você faz alguma coisa para contribuir, verifique seus próprios defeitos e limitações. Devemos olhar, antes de tudo, para nossa janela.
Atividades

A- Fazer uma auto-avaliação de sua vida, o modo como você age para com os outros.
1.             Como você está sendo como pessoa?
2.             Como amigo?
3.             Como vizinho?
4.             Como Filho?
5.             Como aluno?
6.             Como cidadão?


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