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FORMAÇÃO EM PEDAGOGIA, PÓS GRADUADA EM PSICOPEDAGOGIA.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

SEMANA SANTA


A SEMANA SANTA


A semana Santa inicia com o Domingo de Ramos e encerra-se no Domingo de Páscoa. Nessa Semana vemos toda a paixão, morte e ressurreição de Jesus.
Domingo de Ramos – Neste dia a Igreja Católica recorda a entrada de Cristo em Jerusalém para realizar o seu mistério Pascal.
·        Comemora esta entrada na MISSA principal, com uma grande procissão.
·        Este Domingo comemora o ingresso triunfal de Jesus em Jerusalém. O povo reconhece Nele o enviado por Deus, o proclama VENCEDOR. Aqueles que negaram aceitam-lo pensam em condená-lo.
·        Os ramos que o povo carrega e que nós carregamos hoje proclamam que nós aceitamos o senhorio de Jesus; e se os guardamos durante o ano todo é sinal e lembrete de nossa felicidade. Queremos que Ele governe a nossa vida.
·        Crer na grandeza de Deus e de seu filho, que vem para nos Salvar.
·        Cristo anuncia que o Reino de Deus já está presente no meio de nós.
·        A entrada de Cristo em Jerusalém foi apenas um curto prelúdio à verdadeira Paixão e morte de Cristo.
·        A semana santificada por Jesus que enfrenta a morte injusta para não negar sua filiação divina.
·        Evangelhos lidos conforme o ano. (Mt.21,1-11; Mc.11,1-10; Jo.12,12-16 e Lc.19,28-40). Também é lida a leitura da Paixão (Mt.26,14-27; Mc.15,1-39; Lc.23,1-49).
·        Não esqueçamos que o mesmo povo que o aclama pelas ruas logo depois gritou contra Ele a condenação. Não sejamos covardes e traidores de Cristo em nossa vida. Saibamos que seus ensinamentos valem e devem guiar nossa vida.
Segunda-feira Santa – Esse dia é reservado para a celebração Penitencial, precedida pelas confissões. É o momento em que somos convidados a fazer uma parada, a olhar para dentro de nós mesmos e examinar nossa caminhada de cristão. Fazer uma reflexão de como está:
·        Meu relacionamento com Deus.
·        Meu relacionamento comigo mesmo.
·        Meu relacionamento com os outros.
·        Meu relacionamento com as coisas.
Terça-feira Santa – Em muitas comunidades costume-se fazer a procissão do encontro. É Jesus que, a caminho do Calvário, encontra sua Mãe Santíssima. Geralmente as mulheres levam o andor de Nossa Senhora das Dores, e os homens, o andor de Nosso Senhor do Passos. O coordenador da procissão marca um local onde se dará o encontro das duas imagens.
Quarta-feira Santa – Durante todo o dia é reservado para confissões.
A noite em muitas dioceses, inclusive na Diocese de Apucarana é realizada a missa da     Renovação dos compromissos Sacerdotais. Esta missa é celebrada pelo Bispo na catedral (sede da diocese) Missa que é concelebrada com todos os padres e diáconos e onde são abençoados os santos óleos (Óleo do Batismo, Óleo da Crisma, Óleo dos Enfermos), como um sinal de comunhão dos presbíteros com o seu Bispo. Todos os padres devem participar, pois os mesmos fazem a renovação de seus compromissos sacerdotais perante o bispo, que são: pobreza, castidade e obediência, votos estes que foram feitos no dia da ordenação sacerdotal. ( Leitura Is.61,1-9 e Ev. Lc.4,16-21).
Quinta Feira Santa – Inicia o chamado Tríduo Pascal.
·        Na ceia Cristo celebrou com seus discípulos a última ceia da primeira aliança de Deus com seu povo e inaugurou a Ceia Nova da Aliança feita com toda a humanidade no seu sangue, Jesus anunciou o sacrifício novo em que Ele estava oferecendo a sua própria vida e morte para a Salvação.
·        Mandou seus seguidores perpetuarem o ritual da Ceia fraterna, a memória que Ele próprio fez.
·        Explicou-lhes que a salvação é fruto de seu sacrifício e que pela celebração da Eucaristia entramos em comunhão com Ele de volta para o Pai através dos caminhos da nossa luta cotidiana. A celebração da Eucaristia nos alimenta e sustenta.
LAVAR OS PÉS – É servir com amor aos irmãos sem olhar se ele é maior ou menor. É atender às necessidades. É cumprir  o dever imposto pela delicadeza.
NA CEIA – Cristo nos deu o meio de oferecermos pessoalmente com Ele ao Pai tornando seu sacrifício realidade presente em sinal. Nele encontramos Perdão e vida nova.
TRANSLADAÇÃO – Simbolismo do Cristo ausente. Morto, traído pro Judas Iscariotes.
Após a transladação da Eucaristia o povo se organiza em grupos para fazerem a adoração ao Cristo que está prestes a morrer.
Sexta-feira Santa – Neste dia não se reza missa em lugar nenhum do mundo, pois a Igreja está de luto.
·        O altar despojado...sem nada.
·        É realizado as 15 hs a celebração da cruz, provavelmente segundo os historiadores aconteceu nesta hora a morte de Jesus. A cruz é apresentada em três momentos, na entrada da Igreja, no meio da Igreja e em frente ao altar. O celebrante a apresenta coberto com um pano roxo com a seguinte frase: “Eis o lenho da Cruz, da qual pendeu a salvação do mundo,” e a cada apresentação descobre a mesma; após ser descoberto é colocada defronte ao altar para adoração dos fiéis/
·        O silêncio, o jejum e a revisão de nossa vida marcam este dia em que comemoramos a paixão e a morte de Jesus.
·        Para tomarmos parte na redenção do mundo temos que unir a Cristo, pois é por causa dos pecados de todos os homens ...que com imenso amor aceitou a sua morte e ressurreição.
·        A noite em torno das 19 hs. Com a Imagem do Cristo morto, é realizada em todas as comunidades católicas a procissão da via-crucis, isto é, a procissão juntamente com a via-sacra.
·        É importante lembrar que neste dia apenas relembramos a morte de Jesus, pois o Jesus que devemos crer é o Jesus Vivo que habita em nossos corações e não o Jesus da Sexta feira Santa.
Sábado Santo.
·        É o dia da vigília Pascal.
·        É realizada a Benção do fogo, que representa o Cristo como luz do mundo. Esta benção é realizada fora da Igreja com a presença de todos os fiéis. As luzes da Igreja são apagadas. O Sacerdote acende o Círio no fogo novo e faz três apresentações à comunidade com a seguinte frase; “Eis a luz de Cristo” . O povo responde “Graças a Deus”.
·        A seguir são acesas as luzes da Igreja para se efetuar a Benção da água. A água que representa Vida. Pois além de ser usada para o nosso Batismo, á água se faz presente em tudo no nosso dia-a-dia.
DOMINGOS DE PÁSCOA -  É o ponto culminante da Semana Santa e do Cristianismo católico, pois nesse dia celebra-se a Ressurreição de Cristo. É a Festa mais importante do Cristianismo, mais importante que o Natal, pois a Festa do Natal, não consta na Bíblia especificamenter, enquanto que a Festa da Páscoa, tem a sua narração no Antigo Testamento e no Novo Testamento, onde celebramos a Ressurreição do Cordeiro imolado, que é Jesus Cristo, nosso Salvador.
http://ensinoreligiosonreapucarana.pbworks.com/w/page/10773758/FrontPage

segunda-feira, 14 de março de 2011

Memória

A memória precisa de exercícios diários. Vamos entender como isso funciona assistindo essa matéria. Achei no blog da colega Keller o site é http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2011/01/entenda-como-funciona-memoria.html

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Prática Docente

Pensar sobre prática docente nos remete a constantes questionamentos, entre eles a discussão sobre a profissionalidade e a competência do professor, levando em consideração que educar e ensinar significa de uma forma geral, acesso a cultura, a ação educativa, ou seja, amplia-se numa dimensão mais do que técnica. Segundo NOVOA, A (1995, pág. 67) “... é importante repensar os programas de formação de professores, que tem uma incidência mais forte nos aspectos técnicos da profissão do que nas dimensões pessoais e culturais”. Portanto, a prática não se limita apenas ao domínio metodológico, mas num contexto mais amplo do pensamento e da ação.
A competência docente consiste na análise contínua de sua prática que, conseqüentemente irão gerar novos caminhos que situarão sua ação, este é dos requisitos essenciais para o sucesso profissional.
A relação teoria e prática devem estar associadas favorecendo a reflexão e formação do profissional para melhorar cada vez mais o exercício da profissão. Portanto, os professores reflexivos têm como foco análise da sua ação bem como, na concepção docente.
Em suma, o professor pesquisador é o profissional que reflete sua prática a fim de desenvolvê-la com eficácia, moldando-a de acordo com as necessidades exigidas.
                                                                                      
                                                                                                                            (Luciana Régia)

sábado, 26 de fevereiro de 2011

AVALIAÇÃO



            A avaliação implica em uma reflexão crítica e contínua da prática pedagógica, não podendo limitar-se à verificação da assimilação de conteúdos através de provas e notas, embora façam parte do processo, ela deve contemplar uma concepção ampla do processo de aprendizagem.
O ato de avaliar implicará dois processos articulados e indissociáveis: diagnosticar e decidir. Não é possível uma decisão sem um diagnóstico, porque um diagnóstico, sem uma decisão é um processo abortado.
O regimento Escolar do Estado do TO em seu artigo 89 prevê que a avaliação da aprendizagem será feita continuamente. Não querendo com isso dizer que se deva aprovar os alunos de forma aleatória, mas se ter o cuidado de garantir-lhes aprendizagem que possibilite seu sucesso no processo escolar.
            Segundo Luckese (2001), avaliar é acolher o aluno no seu ser e no seu modo de ser, como estar, para a partir daí, decidir o que fazer. Isso significa a possibilidade de verificar uma situação da forma como se apresenta, para depois intervir. Agindo assim, o processo avaliativo será sempre contínuo e progressivo. Mas, qual o objetivo da avaliação?

Pra quê avaliar:
         informar alunos, professores e comunidade em que direção o desenvolvimento do aluno e do processo de aprendizagem está realizando;
         captar as necessidades a fim de serem trabalhadas e superadas, garantindo a aprendizagem e desenvolvimento por parte de TODOS os alunos;
         favorecer que, em especial, aluno e professor possam refletir conjuntamente sobre esta realidade e selecionar as formas apropriadas de dar continuidade aos trabalhos. 

Quando avaliar?

A ação avaliativa oferece subsídios para os educadores refletirem sobre a prática pedagógica, no intuito de procurar identificar os conhecimentos prévios e possíveis dificuldades de aprendizagem e a partir daí tomar decisões que viabilize o processo de ensino-aprendizagem.

Critérios para prática avaliativa:
         planejar suas aulas cotidianamente;
         reelaborar e atualizar seus conhecimentos;
         estabelecer com clareza o que será avaliado;
         selecionar e comunicar aos alunos as técnicas e instrumentos de avaliação a serem utilizados;
         considera os erros como um dos indicadores do nível de aprendizagem;
         estimular e incentivar os alunos a superar os desafios;
         diagnosticar os avanços e dificuldades dos alunos propondo atividades de recuperação paralela;
         valorizar e respeitar o ritmo de aprendizagem dos alunos.


Instrumentos avaliativos:

  • Prova Objetiva
Definição:série de perguntas diretas, para respostas curtas com apenas uma solução possível.
Função:avaliar quanto o aluno aprendeu sobre dados singulares e específicos do conteúdo.
Planejamento:selecione os conteúdos para elaborar as questões com as respectivas respostas para correção.

  • Prova Dissertativa
Definição: série de perguntas que exigem capacidade de estabelecer relações, de resumir, analisar e julgar.
Função: verificar a capacidade de analisar o problema central, abstrair fatos, formular idéias e redigi-las.
Planejamento: elabore poucas questões e dê tempo suficiente para  que os alunos possam pensar e sistematizar seus pensamentos.

  • Seminário
Definição: exposição oral para um público leigo, utilizando a fala e materiais de apoio adequado ao assunto.
Função: possibilitar a transmissão verbal das informações pesquisadas de forma eficaz.
Planejamento: ajude na delimitação do tema, forneça bibliografia e fontes de pesquisa, defina a duração e a data da apresentação.

  • Relatório Individual
Definição: texto produzido pelo aluno depois de atividades práticas ou projetos temáticos.
Função: averiguar se o aluno adquiriu conhecimento e se conhece estruturas de textos.
Planejamento: defina o tema e oriente a turma sobre a estrutura apropriada (introdução, desenvolvimento, conclusão).

  • Prova de Consulta
Definição: è um instrumento que possibilita desenvolver habilidades de análise, síntese, bem como a capacidade de abstrair informações prioritárias
Função: ajudar o aluno em sua aprendizagem e não como único indicador de desempenho, mas como objeto de análise, reflexão e verificação da aprendizagem construída e das dificuldades apresentadas, com relação aos conteúdos.
Planejamento: esclarecimento dos objetivos que se quer alcançar e critérios que serão adotados na correção.

  • Debate
Definição: Discussão em que os alunos expõem seus pontos de vista a respeito de assuntos polêmicos.
Função: Aprender a defender uma opinião fundamentando-a em argumentos convincentes.
Planejamento: Defina o tema e oriente a pesquisa prévia, combine com os alunos o tempo, as regras e os procedimentos; mostre exemplos de bons debates.


Atribuições do professor no processo de recuperação
Cabe ao professor tomar todas as providências necessárias e oferecer estratégias de recuperação, que devem estar contempladas no Projeto Político Pedagógico.

Fatores a serem considerados ao planejar e executar a recuperação
  • Diversificação de atividades e metodologias;
  • Diversidade e ritmo de aprendizagem dos alunos;
  • Nível de compreensão que o aluno deve alcançar;
  • Qualidade do conteúdo e sua relevância cientifico-tecnológica e social, no desenvolvimento das habilidades e competência.

O momento mais importante para recuperação acontece durante o período da aula, sendo o momento em que mais se percebe as dificuldades apresentadas pelos alunos, pois a avaliação contínua revela a sua importância na prática educativa.

  • Medidas preventivas
- Projeto de estudo
- Atividades diversificadas
- Monitores
- Revisão de prova




Luciana Régia

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Carnaval


Como toda pernambucana eu adoro carnaval, o frevo então nem se fala. Lembro muito bem dos dias e noites incansáveis que eu dançava, pulava nas ladeiras da Sé de Olinda, Boa Viagem (Recife), em Itamaracá. Começávamos na prévia (uma semana antes do carnaval) e ia até quarta-feira de cinzas. O carnaval está no sangue do pernambucano, só de escutar o frevo o sangue ferve nas veias é uma sensação de muita euforia e felicidade. Seria bom que as pessoas soubessem brincar de forma saudável, sem exageros, para que o carnaval permaneça sempre como uma festa onde todos possam usufruir de cores, música, fantasias e bastante alegria. Pesquisei na net algumas definições sobre o carnaval.


"O Carnaval da Antiguidade era marcado por grandes festas, onde se comia, bebia e participava de alegres celebrações e busca incessante dos prazeres. O Carnaval prolongava-se por sete dias na ruas, praças e casas da Antiga Roma, de 17 a 23 de dezembro. Todas as actividades e negócios eram suspensos neste período, os escravos ganhavam liberdade temporária para fazer o que em quisessem e as restrições morais eram relaxadas. As pessoas trocavam presentes, um rei era eleito por brincadeira e comandava o cortejo pelas ruas (Saturnalicius princeps) e as tradicionais fitas de lã que amarravam aos pés da estátua do deus Saturno eram retiradas, como se a cidade o convidasse para participar da folia.
No período do Renascimento as festas que aconteciam nos dias de carnaval incorporaram os baile de máscaras, com suas ricas fantasias e os carros alegóricos. Ao caráter de festa popular e desorganizada juntaram-se outros tipos de comemoração e progressivamente a festa foi tomando o formato atual.
De acordo com o modo contemporâneo o carnaval ainda é considerado uma forma de festa bastante tradicional, pois persistiu por vários anos com o mesmo aspecto.

" O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX. A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspirariam no Carnaval parisiense para implantar suas novas festas carnavalescas. Já o Rio de Janeiro criou e exportou o estilo de fazer carnaval com desfiles de Escolas de Samba para outras cidades do mundo, como São Paulo, Tóquio e Helsinque, capital da Finlândia.
O Carnaval do Rio de Janeiro está no Guinness Book como a maior festa de rua do mundo.[1] Recife, Pernambuco, possui o maior bloco de carnaval do mundo, o Galo da Madrugada.
A festa carnavalesca surgiu a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, a Quaresma. Esse longo período de privações acabaria por incentivar a reunião de diversas festividades nos dias que antecediam a Quarta-feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma. A palavra "carnaval" está, desse modo, relacionada com a ideia de deleite dos prazeres da carne marcado pela expressão "carnis valles", que, acabou por formar a palavra "carnaval", sendo que "carnis" do grego significa carne e "valles" significa prazeres. Em geral, o Carnaval tem a duração de três dias, os dias que antecedem a Quarta-feira de Cinzas. Em contraste com a Quaresma, tempo de penitência e privação, estes dias são chamados "gordos", em especial a terça-feira (Terça-feira gorda, também conhecida pelo nome francês Mardi Gras), último dia antes da Quaresma. Nos Estados Unidos, o termo mardi gras é sinônimo de Carnaval."


"O carnaval não tem uma data fixa, mas geralmente é comemorado no mês de fevereiro. No Brasil, começou a ser festejado nos fins do século XIX.
A ênfase dada ao seu caráter folclórico - escolas de samba, blocos, caricatos, bailes à fantasia - só começou a partir de 1905, e tornaram-no tão famoso que atrai turistas do mundo inteiro. É a festa nacional mais amplamente comemorada."
(AMAE - Fev. 101 - Mar. XI - 78)




sábado, 12 de fevereiro de 2011

CAIXINHA DE SUGESTÃO



Bom compartilhar idéias com vocês...

Esse espaço é nosso, ainda está em construção e como sua essência é educação abordará todos os temas que venham acrescentar à apropriação de conhecimentos, porque a aprendizagem é um processo contínuo em nossas vidas. Portanto, quero convidá-los a participar desse processo, enviando sugestões de temas que vocês gostariam que fosse abordado neste blog.

Abraços fraternos!!!!!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

REFLEXÃO CRÍTICA – POR QUE PROMOVER A GESTÃO DEMOCRÁTICA NAS ESCOLAS PÚBLICAS?


Luciana Régia de Oliveira Moreira

O respeito à diversidade, a autonomia e descentralização do processo de ensino aprendizagem são fundamentais para um processo de gestão democrática. Contudo, não dependerá apenas da promoção de ações que viabilizam a participação, mas é um processo que precisa ser construído dia a dia, por toda comunidade escolar e local.
Para que o trabalho em equipe seja produtivo é necessário que o líder respeite a diversidade, saiba ouvir e esteja aberto a sugestões, o objetivo em comum é o foco, a decisão da maioria, ou seja, a participação só se efetivará por esta via.
Quando a gestão está arraigada ao exercício do poder ditador de forma centralizadora, pode-se até ter a participação de corpo presente dos atores, porém, se encontram apenas como ouvintes. Ou seja, uma gestão descentralizada dependerá da existência de um maior envolvimento e participação da comunidade local e escolar considerando: “Respeito à diversidade cultural, à coexistência de idéias e de concepções pedagógicas, mediante um diálogo franco, esclarecedor e respeitoso”(Dourado, Luiz Fernandes,2001). Percebemos muitas vezes que uma grande parte dos educadores pais e comunidade local, não se envolvem diretamente nas atividades da U.E alegando desconhecimento do Projeto Político Pedagógico, como também o processo administrativo da escola e na grande maioria por medo a represalias. Já alguns docentes alegam falta de tempo e acúmulo de atividades também o cansaço físico, mental e a falta de motivação. Alguns gestores autoritários pregam a democracia mascaradas em ações de rejeições as ideias de seus liderados. Ou seja, que não sejam advindas de sua imaginação centralizadora. Todos esses fatores contribuem para o distanciamento desses educadores. Com toda problemática, o grande desafio é como incentivar e as pessoas a participarem efetivamente do processo de gestão escolar na tomada de decisões. Os textos do módulo II nos dão algumas orientações e sugestões acerca de atitudes que irão viabilizar a descentralização do poder.
A gestão democrática/participativa e a autonomia é um processo de construção progressiva, um processo lento, mas, que deve ser contínuo estruturadas em bases sólidas. A autonomia pode ser garantida através de vários segmentos como: Projeto político pedagógico, Associação de Pais e mestres, conselho escolar, conselho de classe, grêmio estudantil. Enfim, nas escolas e nos sistemas de ensino a gestão democrática é garantida pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e tem por finalidade envolver toda a comunidade na construção de propostas coletivas de educação. A autonomia se dá a partir do momento em que a escola incentiva a comunidade e disponibiliza seus espaços para essa participação.
PALAVRAS CHAVE: Gestão democrática; Autonomia; Participação Descentralização.
REFERENCIA BIBLIOGRÁFICA: Dourado, Luiz Fernandes Progestão : Como promover, articular e envolver a ação das pessoas no processo de gestão escolar?, módulo II. Brasília: Consed ­Conselho Nacional de Secretários de Educação, 2001.