DISCIPLINAS:
ARTE/ENSINO RELIGIOSO/FILOSOFIA/SOCIOLOGIA
Assessora de Currículo:Luciana Régia de O. Moreira
FILMES EM SALA DE AULA
A utilização de filmes em sala de aula refere-se à estruturação de estratégias e metodologias que orientarão parte das aulas. A princípio o que se quer é que as aulas sejam dinâmicas e atraentes para os estudantes. Para que isso ocorra é necessário que se organizem atividades que façam com que o educando participe ativamente dos procedimentos. Esta atividade possibilitará a troca de idéias a cerca do tema estudado, a cooperação entre os alunos, resolução de dúvidas, a criatividade em prol dos resultados almejados.Trabalhar com pequenos grupos e em situações de simulação da realidade são quesitos importantes para que os filmes possam ser discutidos e gerem produção escrita. Organização é outra palavra fundamental quando pretendemos trabalhar com grupos de estudantes; todos os detalhes de encaminhamento das atividades têm que ser apresentados antecipadamente para os estudantes. Aulas expositivas são importantes antes de o filme ser mostrado ou logo depois da apresentação dos mesmos. O professor tem o compromisso de disponibilizar os recursos mobilizando os alunos através de atividades que se desenvolvem durante e após as aulas que utilizou o filmes, através de pesquisas, reportagens, entrevistas, discussões, seminários, apresentações teatrais, para dar continuidade ao estudo do conteúdo ou tema em questão, estas poderão seres desenvolvidas em sala de aula e/ou extraclasse.
Tema em questão:
1. Bulling e suas conseqüências na sociedade;
2. Influência da internet na sociedade;
3. Energia nuclear.
Os temas Poderão ser trabalhados de forma interdisciplinar nas disciplinas de Arte, Ensino Religioso, Filosofia, Sociologia e Matemática.
1. Bullying e suas conseqüências na sociedade;
Sugestão de filmes:
Título original:
As melhores Coisas do Mundo
Duração: 1 hora e 47 minutos
Gênero: Drama
Direção: Laís Bodanzky
Ano: 2010
País de origem: Brasil
Sinopse: Mano tem 15 anos. Adora tocar guitarra, sair com os amigos e andar de bike. Um acontecimento na família faz com que ele perceba que virar adulto não é brincadeira. O bullying na escola, a primeira transa, o relacionamento em casa, as inseguranças, os preconceitos e a descoberta do amor transformam a adolescência numa travessia nada simples.
FILME: BANG BANG VOCÊ MORREU 2011
Gênero: Suspense Português Brasil e Inglês
Titulo original:Bang Bang Youre Dead 2009
Duração: 01 h 34 min.
Sinopse: "Jovens podem ser mais cruéis que todos. Naturalmente cruéis." As palavras de Trevor Adams, que já foi um estudante exemplar, refletem suas experiências no colégio. Ele era vítima de tão traumatizante perseguição que ameaçou destruir o filme de futebol da escola. Mas a salvação veio através do Sr. Duncan (Tom Cavanagh), o professor de teatro, que ofereceu a Trevor o papel principal de sua peça, o lado da bela Jenny Dahlquist. O professor e a garota tentam ajudá-lo a manter-se na linha. Mas há um risco: o sombrio enredo sobre assassinos em um playground, combinado com o passado problemático de Trevor, faz com que os pais tentem vetar a peça. Se eles conseguirem é possível que a voz de Trevor jamais seja ouvida e isso pode detonar uma bomba-relógio humana.
Sugestão de organização do trabalho pedagógico:
1. Slides com breve apresentação sobre o tema;
2. Apresentação do filme;
3. Organização de grupos para leitura de texto de apoio e discussão sobre o tema;
4. Organizar um grande círculo para gerar discussões acerca do tema estudado (relato de experiência, concepções pessoais, sugestões de ações de sensibilização);
5. Elaborar resenha (opcional)
6. Organizar grupos e elaborar cronograma para elaboração de ações de sensibilização para dar continuidade a esta atividade.
2ª Sugestão: Temas “Energia Nuclear; A Internet e sua Influência na Sociedade”
UTILIZAR MATÉRIAS JORNALÍSTICAS COM TEMA: USINA NUCLEAR; A INTERNET E SUA INFLUÊNCIA NA SOCIEDADE.
Atividades diversificadas com a utilização de matérias jornalística
• Leitura de notícias de jornal sobre usina nuclear, explorando gráficos e tabelas;
• Debate a partir das reportagens trabalhadas;
• Emissão de opinião sobre a temática;
• Pesquisa sobre as vantagens, desvantagens;
• Proposta de medidas de que poderiam ser adotadas pelos governantes.
JORNALISTA POR UM DIA
• Apresentação do jornal, suas matérias e as ricas informações contidas nelas;
• Conversa formal e informal sobre as pessoas que escrevem as matérias (jornal) e a importância delas na nossa vida;
• Escolha de uma figura do Jornal do Tocantins, leitura de imagem (figura) para produção de texto (matéria) sobre a mesma (a criança escreve da maneira dela), tendo como tema “EU... JORNALISTA POR UM DIA”;
• Comparação da matéria contida no jornal com a que produziu (leitura feita pela professora da matéria do jornal);
• Escolha de um título para a matéria que produziu.
APRENDENDO COM AS CHARGES
O objetivo dessa atividade é exercitar a leitura da charge e sua contextualização. Para seu desenvolvimento sugerem-se os seguintes passos:
• Selecionar uma charge atual que retrate uma situação polêmica;
• Pedir que os educandos verbalizem o que compreendem da charge em questão e para que procurem matérias no jornal que abordem o mesmo assunto tratado na charge.
Com base nas informações extraídas das matérias, juntamente com a leitura da charge, devem-se debater os valores sociais que as charges carregam, analisando a opinião nela expressa, e posicionando-se frente a essa opinião. A partir do debate outras atividades podem ser geradas. Desde novas charges até textos produzidos por eles.
DISCIPLINA: MATEMÁTICA
Assessor de Currículo: Francisco José de O.Moreira
Temática Bulling e suas consequências na sociedade.
1. Utilizar o filme: Bang bang você morreu.
2. Pedir para que os alunos façam pesquisas na internet sobre:
• Estatística de acontecimentos de bulling com tabelas e gráficos;
• Percentual de tipos de bullyng.
Temática Energia nuclear:
1. Apresentar um texto introdutório sobre a temática
2. Fazer uma breve discussão;
3. Organizar os grupos para pesquisa no laboratório:
- quantidade de usinas existentes;
- Estatísticas em relação a outros tipos de geração de energia;
- Quantitativo de energia gerada pela energia nuclear e outras, comparações com tabelas e gráficos.
4. elaborar slides
5. apresentar para turma em Datashow
DISCIPLINA: GEOGRAFIA
Assessor de Currículo: José Irismar
ENERGIA NUCLEAR
• Fazer uma pesquisa em grupo levantando as vantagens e desvantagens e expor para a turma.
• Após pesquisar fazer um debate onde uma equipe defende as vantagens e a outra defende as desvantagens.
• Fazer uma maquete de uma usina nuclear e explicar como funciona.
• Pesquisar sobre equipamentos que contém material radioativo, que existe no nosso meio.
• Qual a sua utilidade?
• É produzido lixo? Se sim qual o destino correto do lixo?
INFLUÊNCIA DA INTERNET NA VIDA SOCIAL
• Fazerem uma pesquisa relacionando sites educativos e citando a sua devida utilidade. Expor para a turma e em seguida colocar no mural da escola.
Atividade: Conversando sobre a Internet
Professor (a),faça uma enquete com seus alunos questionando-os sobre:
1- Vocês utilizam a Internet? Em caso positivo quantas horas por dia?
2- Quais as principais utilidades da Internet em nossa sociedade?
3- De que forma podemos afirmar que a Internet veio “encurtar distâncias”?
4- Você acha que as populações de todos os países do globo, utilizam a Internet com a mesma frequência? Por quê?
Professor (a) registre as respostas no quadro-negro, para que possam chegar a conclusões que deverão ser também registradas. Observe as respostas da primeira pergunta, identifique se há ou não exagero e comente-as.
Confira a resposta de número 2 quanto às utilidades: estudo, pesquisa e informações; Viagens (roteiros e reservas em hotéis); conferências; correio; relacionamentos, amizades enamoro virtual; compras; lazer e cultura.
Atividade: Repensando a Internet
Professor (a), proponha a seus alunos que escrevam um texto sobre a Internet respondendo as seguintes questões: Será que ela vem sendo utilizada sempre de forma positiva pelas pessoas e sociedades sendo favorável ao meio ambiente? Será que ela está realmente aproximando as pessoas ou isolando-as, criando novos hábitos sociais? Será que as pesquisas escolares feitas na Internet têm gerado realmente aprendizagens?
Leia para os alunos os textos por eles criados, abrindo uma nova discussão.
BULLYING
Atividade de pesquisa em grupo ou individual para se debatido em sala de aula.
- O que é bullying?
- Existem casos de bullying em nossa Unidade de Ensino?
- Quais as consequências que o bullying pode trazer a suas vitimas?
- O que os professores e as escolas podem fazer para combater a ocorrência desse fenômeno?
Quem sou eu
domingo, 8 de maio de 2011
sábado, 7 de maio de 2011
sábado, 30 de abril de 2011
O canto do trabalho
Cancioneiro
Textos sobre música regional; literatura de cordel; cantos de trabalho; poesia popular; desafios; romances; cantos religiosos; quadras, pasquins...
Ao ritmo da música, ao canto dolente como estímulo, o homem lavra a terra, atira o arrastão, colhe o fruto e vende sua mercadoria. É o longo grito tranquilo, de nervos distendidos horas a fio ao sol e ao vento, feito de palavras ingênuas, saídas de gargantas roucas.
O grito do braço forte, da mão calejada, da vida essencial. A melancolia do canto diz frases, não só pela rima. Às vezes elas escapam, por talento ou erudição. Mas, o que se sente tem que ser dito, é de repente, uma frase enorme salta de um verso curto, para fazer uma crítica, para lembrar uma saudade.
E salta feroz em busca da mulher no barraco, do filho na calçada, ou do amigo ao lado. Salta também para as páginas do folclore, como de gerações para gerações. Leva o sangue do músculo, o suor do corpo, o empurrão do mundo. Ele gira, empurrado pela enxada, impulsionado pelas redes no mar e por mínimas tarefas espalhadas por ele. O subtexto destas canções escolhidas do repertório de Fernando Lébeis e temperadas por música fora do nosso alcance, é curto, fala da sobrevivência do homem.
Da colheita da cana
Eu aprantei cana
na resta do sol
prá nascê mió
Nasceu a cana fita
A usina apita
cana nas esteiras
açúcar de primeira
tem a cor bunita...
Do britador
Oi, oi, oi
A moreninha oi;
Ué é trabaiador
A pedra do Corcovado rebentou
Uê é trabaiador
La lagoa sossegou
Uê é trabaiador.
Canto de usina
Colônia, usina, Catendi
Rosadim de seu Mende
Pirangi de seu Cando
Neste mundo eu ando
cumprindo uma sina
Que im pé nas usina
Já tô trabaiando...
Ai, morena morena
Meu amô
Ai morena morena
O que que aí?
Da usina sou cabo de esteira
trabaio nas caldeiras da luz do motor
Seu destilador de esprito do vinho
Entendo um pouquinho do cozinhador.
Do plantador de cacau
Eu entrei por mar adentro
e fiz tanta estrepolia
que o rei mandou me chamar
pra casar com sua fia.
O dote que o rei me dava
Oropa, França, Bahia
País de grande valor
Terra de mil maravilha
Eu fui e lhe respondi
que era pouco não queria
que eu voltava pro sertão
pra casar com a Maria
Que é a única pessoa
Que meu coração pedia.
Pregões
Fita, renda e botão
renda, botão e fita
compra aqui do Jorge
que você fica bonita.
*
Olha a laranja pera
como esta não há outra não
é igual à morena
que é uma flor ainda em botão.
*
Quem quiser comprar suspiro. ai!
Vai em casa que eu dou dado
Eu tenho um pé de suspiro. ai!
Que dá suspiro dobrado. aí!
*
Batata doce tá quentinha
Oh! que beleza de sobremesa
Dona Tereza, traz a bandesa
e leva a sobremesa
Que beleza!
*
Senhora dona de casa
venha na janela aperceá
eu tenho empada quentinha
camarão a recheá.
O grito do braço forte, da mão calejada, da vida essencial. A melancolia do canto diz frases, não só pela rima. Às vezes elas escapam, por talento ou erudição. Mas, o que se sente tem que ser dito, é de repente, uma frase enorme salta de um verso curto, para fazer uma crítica, para lembrar uma saudade.
E salta feroz em busca da mulher no barraco, do filho na calçada, ou do amigo ao lado. Salta também para as páginas do folclore, como de gerações para gerações. Leva o sangue do músculo, o suor do corpo, o empurrão do mundo. Ele gira, empurrado pela enxada, impulsionado pelas redes no mar e por mínimas tarefas espalhadas por ele. O subtexto destas canções escolhidas do repertório de Fernando Lébeis e temperadas por música fora do nosso alcance, é curto, fala da sobrevivência do homem.
Da colheita da cana
Eu aprantei cana
na resta do sol
prá nascê mió
Nasceu a cana fita
A usina apita
cana nas esteiras
açúcar de primeira
tem a cor bunita...
Do britador
Oi, oi, oi
A moreninha oi;
Ué é trabaiador
A pedra do Corcovado rebentou
Uê é trabaiador
La lagoa sossegou
Uê é trabaiador.
Canto de usina
Colônia, usina, Catendi
Rosadim de seu Mende
Pirangi de seu Cando
Neste mundo eu ando
cumprindo uma sina
Que im pé nas usina
Já tô trabaiando...
Ai, morena morena
Meu amô
Ai morena morena
O que que aí?
Da usina sou cabo de esteira
trabaio nas caldeiras da luz do motor
Seu destilador de esprito do vinho
Entendo um pouquinho do cozinhador.
Do plantador de cacau
Eu entrei por mar adentro
e fiz tanta estrepolia
que o rei mandou me chamar
pra casar com sua fia.
O dote que o rei me dava
Oropa, França, Bahia
País de grande valor
Terra de mil maravilha
Eu fui e lhe respondi
que era pouco não queria
que eu voltava pro sertão
pra casar com a Maria
Que é a única pessoa
Que meu coração pedia.
Pregões
Fita, renda e botão
renda, botão e fita
compra aqui do Jorge
que você fica bonita.
*
Olha a laranja pera
como esta não há outra não
é igual à morena
que é uma flor ainda em botão.
*
Quem quiser comprar suspiro. ai!
Vai em casa que eu dou dado
Eu tenho um pé de suspiro. ai!
Que dá suspiro dobrado. aí!
*
Batata doce tá quentinha
Oh! que beleza de sobremesa
Dona Tereza, traz a bandesa
e leva a sobremesa
Que beleza!
*
Senhora dona de casa
venha na janela aperceá
eu tenho empada quentinha
camarão a recheá.
(Sem indicação de autoria. "O canto do trabalho". Correio da Manhã. Rio de Janeiro, 01 de maio de 1964)
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Dia 26 de abril "Dia da 1ª Missa no Brasil"
A celebração da primeira missa no Brasil foi feita pelo frade Henrique de Coimbra no dia 26 de abril de 1500, e descrita por Pêro Vaz de Caminha na carta que enviou ao rei de Portugal, D. Manuel I (1495-1521), dando conta da chegada ao Brasil, então Ilha de Vera Cruz, pela armada de Pedro Álvares Cabral que se dirigia à Índia.
"Quem sabe desses infantis visitantes guardarão tão profunda impressão do que ali observaram, que ainda um dia virão por ele atraídos fazer parte de nossa comunhão nacional?" Victor Meirelles, apud Peixoto, 1982: 109)
O momento encontra-se retratado em um quadro, A Primeira Missa no Brasil, uma das principais obras de Victor Meireles, pintado em 1860.
O dia é ainda marcado como feriado, em Portugal, no município de Belmonte, terra natal de Pedro Álvares Cabral.
O quadro foi classificado e exposto no Salon da Academia Francesa de Belas-Artes em 1861.[1]
sábado, 23 de abril de 2011
História da Páscoa Origens do termo, Páscoa entre os judeus e cristãos, a história do coelhinho da páscoa e os ovos de chocolate, significados, importância, formas de comemoração e celebrações, rituais e símbolos
As origens do termo
A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem.
Entre as civilizações antigas
Historiadores encontraram informações que levam a concluir que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de anos atrás. Principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês de março. Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época das flores. Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera era de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de alimentos.
A Páscoa Judaica
Entre os judeus, esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durantes vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moises, fugiram do Egito.
Nesta data, os judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão.
A Páscoa entre os cristãos
Entre os primeiros cristãos, esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo). O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior al equinócio da Primavera (21 de março).
Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém.
A História do coelhinho da Páscoa e os ovos
A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.
http://www.suapesquisa.com/historia_da_pascoa.htm
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.
http://www.suapesquisa.com/historia_da_pascoa.htm
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