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FORMAÇÃO EM PEDAGOGIA, PÓS GRADUADA EM PSICOPEDAGOGIA.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Carnaval


Como toda pernambucana eu adoro carnaval, o frevo então nem se fala. Lembro muito bem dos dias e noites incansáveis que eu dançava, pulava nas ladeiras da Sé de Olinda, Boa Viagem (Recife), em Itamaracá. Começávamos na prévia (uma semana antes do carnaval) e ia até quarta-feira de cinzas. O carnaval está no sangue do pernambucano, só de escutar o frevo o sangue ferve nas veias é uma sensação de muita euforia e felicidade. Seria bom que as pessoas soubessem brincar de forma saudável, sem exageros, para que o carnaval permaneça sempre como uma festa onde todos possam usufruir de cores, música, fantasias e bastante alegria. Pesquisei na net algumas definições sobre o carnaval.


"O Carnaval da Antiguidade era marcado por grandes festas, onde se comia, bebia e participava de alegres celebrações e busca incessante dos prazeres. O Carnaval prolongava-se por sete dias na ruas, praças e casas da Antiga Roma, de 17 a 23 de dezembro. Todas as actividades e negócios eram suspensos neste período, os escravos ganhavam liberdade temporária para fazer o que em quisessem e as restrições morais eram relaxadas. As pessoas trocavam presentes, um rei era eleito por brincadeira e comandava o cortejo pelas ruas (Saturnalicius princeps) e as tradicionais fitas de lã que amarravam aos pés da estátua do deus Saturno eram retiradas, como se a cidade o convidasse para participar da folia.
No período do Renascimento as festas que aconteciam nos dias de carnaval incorporaram os baile de máscaras, com suas ricas fantasias e os carros alegóricos. Ao caráter de festa popular e desorganizada juntaram-se outros tipos de comemoração e progressivamente a festa foi tomando o formato atual.
De acordo com o modo contemporâneo o carnaval ainda é considerado uma forma de festa bastante tradicional, pois persistiu por vários anos com o mesmo aspecto.

" O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX. A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspirariam no Carnaval parisiense para implantar suas novas festas carnavalescas. Já o Rio de Janeiro criou e exportou o estilo de fazer carnaval com desfiles de Escolas de Samba para outras cidades do mundo, como São Paulo, Tóquio e Helsinque, capital da Finlândia.
O Carnaval do Rio de Janeiro está no Guinness Book como a maior festa de rua do mundo.[1] Recife, Pernambuco, possui o maior bloco de carnaval do mundo, o Galo da Madrugada.
A festa carnavalesca surgiu a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, a Quaresma. Esse longo período de privações acabaria por incentivar a reunião de diversas festividades nos dias que antecediam a Quarta-feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma. A palavra "carnaval" está, desse modo, relacionada com a ideia de deleite dos prazeres da carne marcado pela expressão "carnis valles", que, acabou por formar a palavra "carnaval", sendo que "carnis" do grego significa carne e "valles" significa prazeres. Em geral, o Carnaval tem a duração de três dias, os dias que antecedem a Quarta-feira de Cinzas. Em contraste com a Quaresma, tempo de penitência e privação, estes dias são chamados "gordos", em especial a terça-feira (Terça-feira gorda, também conhecida pelo nome francês Mardi Gras), último dia antes da Quaresma. Nos Estados Unidos, o termo mardi gras é sinônimo de Carnaval."


"O carnaval não tem uma data fixa, mas geralmente é comemorado no mês de fevereiro. No Brasil, começou a ser festejado nos fins do século XIX.
A ênfase dada ao seu caráter folclórico - escolas de samba, blocos, caricatos, bailes à fantasia - só começou a partir de 1905, e tornaram-no tão famoso que atrai turistas do mundo inteiro. É a festa nacional mais amplamente comemorada."
(AMAE - Fev. 101 - Mar. XI - 78)




sábado, 12 de fevereiro de 2011

CAIXINHA DE SUGESTÃO



Bom compartilhar idéias com vocês...

Esse espaço é nosso, ainda está em construção e como sua essência é educação abordará todos os temas que venham acrescentar à apropriação de conhecimentos, porque a aprendizagem é um processo contínuo em nossas vidas. Portanto, quero convidá-los a participar desse processo, enviando sugestões de temas que vocês gostariam que fosse abordado neste blog.

Abraços fraternos!!!!!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

REFLEXÃO CRÍTICA – POR QUE PROMOVER A GESTÃO DEMOCRÁTICA NAS ESCOLAS PÚBLICAS?


Luciana Régia de Oliveira Moreira

O respeito à diversidade, a autonomia e descentralização do processo de ensino aprendizagem são fundamentais para um processo de gestão democrática. Contudo, não dependerá apenas da promoção de ações que viabilizam a participação, mas é um processo que precisa ser construído dia a dia, por toda comunidade escolar e local.
Para que o trabalho em equipe seja produtivo é necessário que o líder respeite a diversidade, saiba ouvir e esteja aberto a sugestões, o objetivo em comum é o foco, a decisão da maioria, ou seja, a participação só se efetivará por esta via.
Quando a gestão está arraigada ao exercício do poder ditador de forma centralizadora, pode-se até ter a participação de corpo presente dos atores, porém, se encontram apenas como ouvintes. Ou seja, uma gestão descentralizada dependerá da existência de um maior envolvimento e participação da comunidade local e escolar considerando: “Respeito à diversidade cultural, à coexistência de idéias e de concepções pedagógicas, mediante um diálogo franco, esclarecedor e respeitoso”(Dourado, Luiz Fernandes,2001). Percebemos muitas vezes que uma grande parte dos educadores pais e comunidade local, não se envolvem diretamente nas atividades da U.E alegando desconhecimento do Projeto Político Pedagógico, como também o processo administrativo da escola e na grande maioria por medo a represalias. Já alguns docentes alegam falta de tempo e acúmulo de atividades também o cansaço físico, mental e a falta de motivação. Alguns gestores autoritários pregam a democracia mascaradas em ações de rejeições as ideias de seus liderados. Ou seja, que não sejam advindas de sua imaginação centralizadora. Todos esses fatores contribuem para o distanciamento desses educadores. Com toda problemática, o grande desafio é como incentivar e as pessoas a participarem efetivamente do processo de gestão escolar na tomada de decisões. Os textos do módulo II nos dão algumas orientações e sugestões acerca de atitudes que irão viabilizar a descentralização do poder.
A gestão democrática/participativa e a autonomia é um processo de construção progressiva, um processo lento, mas, que deve ser contínuo estruturadas em bases sólidas. A autonomia pode ser garantida através de vários segmentos como: Projeto político pedagógico, Associação de Pais e mestres, conselho escolar, conselho de classe, grêmio estudantil. Enfim, nas escolas e nos sistemas de ensino a gestão democrática é garantida pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e tem por finalidade envolver toda a comunidade na construção de propostas coletivas de educação. A autonomia se dá a partir do momento em que a escola incentiva a comunidade e disponibiliza seus espaços para essa participação.
PALAVRAS CHAVE: Gestão democrática; Autonomia; Participação Descentralização.
REFERENCIA BIBLIOGRÁFICA: Dourado, Luiz Fernandes Progestão : Como promover, articular e envolver a ação das pessoas no processo de gestão escolar?, módulo II. Brasília: Consed ­Conselho Nacional de Secretários de Educação, 2001.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Programa Mais Educação

Objetivando uma educação pública e democrática, a
proposta de educação integral, presente na legislação educacional
brasileira, compreende o ser humano em suas múltiplas dimensões
e como ser de direitos. Partindo deste entendimento, a secretaria
de Educação continuada, Alfabetização e Diversidade ( Secad)
incorporou em seus desafios a promoção da Educação Integral, e,
com ela. A perspectiva de ampliar tempos, espaços, atores envolvidos
no processo e oportunidades educativos em benefício da melhoria
da qualidade da educação dos milhares de alunos brasileiros. Desse
ideal constitui-se o Programa Mais educação como estratégia do
governo federal para a promoção da educação integral no Brasil
contemporâneo.
A educação que este Programa quer evidenciar é uma
educação que busque superar o processo de escolarização
tão centrado na figura da escola. A escola, de fato, é o lugar de
aprendizagem legítimo dos saberes curriculares e oficiais na
sociedade, mas não devemos tomá-la como única instância educativa.
Deste modo, integrar diferentes saberes, espaços educativos, pessoas
da comunidade, conhecimentos... é tentar construir uma educação
que, pressupõe uma relação da aprendizagem para a vida, uma
aprendizagem significativa e cidadã.
Foto: Agência Brasil/Marcello Casal Jr.
Apresentação

(Extraido do site do MEC, do manual Passo a Passo)

Mais informações no site: http://portal.mec.gov.br

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Aprender sempre....





Hoje tivemos mais um encontro do Progestão na Diretoria de Ensino de Miracema do Tocantins. Foi um dia muito proveitoso de muitas trocas de experiências entre os educadores do nosso município. Neste módulo estudamos e discutimos sobre "Gestão Democrática da educação", um grande desafio não acha?

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM POR DISTÚRBIO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO: UMA ABORDAGEM PSICOPEDAGÓGICA

A dificuldade de aprendizagem e o comportamento desatento dos estudantes, nas últimas décadas, vêm sendo bastante questionados. Porque determinados alunos não tem interesse nenhum nos estudos? Porque ele não tem um bom rendimento escolar? Será indisciplina? Falta de educação? Ou será que existe um problemas de aprendizagem? Muitas vezes esses problemas educacionais são relacionados apenas como um problema proveniente do contexto familiar e econômico, e não responsabilidade da instituição escolar.

A psicopedagogia como ciência que estuda as dificuldades de aprendizagem e busca informações através de várias teorias do conhecimento como: a psicologia social, psicanálise, psiquiatria etc. descobrindo causas prevenindo e intervindo no tratamento da sintomática.

O DDA (distúrbio de déficit de atenção) bloqueia o processo de aprendizagem e a convivência social, o que não implica um déficit de inteligência, pelo contrário o que de fato tem sido comprovado através de estudos e intervenções é que o DDA tem inteligência média e/ou superior à média. Sendo assim, o que realmente causa o bloqueio na aprendizagem? E como favorecer a aprendizagem desses alunos?

A dificuldade em concentrar a atenção por um período prolongado acontece porque o cérebro do DDA funciona desordenadamente, sempre em busca de novos estímulos, esses e outros fatores serão descritos detalhadamente no segundo capítulo onde serão apresentadas as características básicas do DDA, que prejudica significativamente o processo de aprendizagem e a socialização desse indivíduo.

É possível perceber vários casos de alunos desatentos na sala de aula, dentre estes alguns apresentam hiperatividade física e outros se comportam estáticamente.

Sendo assim, o despreparo, desconhecimento e a falta de acompanhamento e tratamento do DDA comprometem significativamente o desenvolvimento sociocultural desse indivíduo, que necessita continuamente de estímulo e incentivos da família e da escola que elevem sua auto-estima e que o ajude a superar tais dificuldades.

O DDA muitas vezes é conceituado de forma negativa por quem desconhece o problema e o classifica com adjetivos pejorativos, desconsiderando suas dificuldades e capacidades cognitivas. Esse fato implica consideravelmente no conceito que o DDA vai constituindo de si mesmo ao longo de sua formação.

Por isso é cada vez mais evidente que a intervenção psicopedagógica e o tratamento das características do DDA, são extremamente importantes para a formação do indivíduo consciente quanto as suas potencialidades e preparado para a vida.

Os procedimentos metodológicos utilizados para obtenção dos resultados desta pesquisa foi: pesquisa bibliográfica para fundamentação teórica. É um estudo de natureza qualitativa envolvendo a obtenção de informações descritivas e objetivas que caracterizem com precisão o tema em estudo.

A organização deste trabalho está estruturada em dois capítulos. O primeiro, faz referência à concepção da psicopedagogia e intervenções psicopedagógicas, como agentes fundamentais no tratamento do DDA, objetivando favorecer a aprendizagem aos alunos com NEE (necessidades educativas especiais).

O segundo capítulo tem como finalidade: conceituar e classificar o DDA. Numa abordagem psicopedagógica e especificar algumas dificuldades do aprendente. Conscientizando que estes sintomas são conseqüências de um problema que precisa ser estudado e tratado de forma criteriosa.

Ainda no segundo capítulo apresenta-se uma análise, discursiva, sobre processo de inclusão dos alunos com NEE (necessidades educativas especiais). Abordam-se brevemente os projetos propostos para uma escola inclusiva, desde o primórdio de sua constituição até os dias atuais, em uma abordagem analítica sobre as dificuldades enfrentadas pelas escolas para efetivar essa proposta pedagógica, onde muitas vezes constituem-se leis, mas, não se disponibiliza meios para efetivá-la. Destaca-se a intervenção psicopedagógica, cientes de que, através do compromisso e da responsabilidade é possível atuar de forma ética e eficaz. Desta forma propõe-se conforme o estudo em questão, ações que minimizem as sintomáticas do DDA e consequentemente favoreçam a aprendizagem.

(RÉGIA, Luciana, MARIA, Lúcia., RIBEIRO, Joana.2008)